Arquivo do autor:Vitória Barbara

Despedida

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Olá, leitor!

O post de hoje é um encerramento desse ciclo de dicas que andamos postando por aqui. Nós poderíamos até chama-lo de uma despedida, mas não a considerem triste. Uma despedida pode ser uma oportunidade para uma nova experiência, uma nova fase.

E é exatamente disso que vamos falar hoje. De despedidas. De funcionários que não estão mais de acordo com a cultura de uma organização e que, em algum momento crítico, precisam dizer adeus a ela para iniciarem uma nova etapa profissional.

De acordo com Luiz Henrique de Paiva José, consultor empresarial, é fundamental que exista uma comunicação bidirecional entre o empregador e o empregado e que ela tenha se solidificado com o tempo durante as relações de trabalho. Isso poderia ajudar no processo de demissão, caso ele venha a ocorrer.

Esse processo, por sua vez, é norteado por algumas fases não só durante a sua ocorrência, como antes e depois também.

O gestor que precisa demitir alguém, antes de mais nada, precisa ter a certeza de sua decisão. Pensar com clareza, ter provas que levem à demissão por justa causa do funcionário, rever os motivos que o fez chegar a essa conclusão.
É importante que haja firmeza na hora dessa decisão ser comunicada, que o gestor seja claro e honesto, sem dar falsas esperanças ao funcionário em questão quanto a cartas de recomendação ou indicações para outras empresas. Mas também é de extrema importância que o gestor levante um pouco a autoestima do empregado, entretanto, de uma forma que não leve a questionamentos sobre a demissão.

É recomendado ao funcionário que aceite a decisão, pois uma vez que ela está tomada e todos os documentos já estão prontos, não há nada que se possa fazer para reverter a situação. Agir agressivamente e ofender seu empregador não vai levar a nada menos drástico do que uma retirada à força do funcionário por parte da segurança. É importante que haja aquela comunicação bidirecional que citamos ali em cima: que ambos falem e escutem, e que tudo termine amigavelmente.

A presença de alguém do RH durante a reunião de demissão é imprescindível, uma vez que a partir do momento em que essa decisão é tomada, todo o processo é moldado por ações e procedimentos da área de Recursos Humanos.

Se você se interessou pelo tema e quer ler o artigo completo sobre o jeito certo de se despedir um funcionário, clique aqui.

Nós ficamos por aqui.
Desejamos a você um ótimo caminho pela frente, e esperamos que tenha gostado desse blog, que foi feito com o intuito de ajudar você.
Obrigado por nos escutar!

Equipe A Arte de Ouvir

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Feliz Dia dos Namorados!

Olá, leitor!

Em homenagem ao dia dos namorados, aqui vai um post bem especial e descontraído relacionando o tema de nosso blog a esta data comemorativa.

Bruno e Laura viviam um conto de fadas no início de seu relacionamento. A comunicação entre os dois era equilibrada, como uma via de duas mãos; se Laura falava, Bruno escutava, e vice-versa.

Era o relacionamento visto como perfeito pelas pessoas que observavam de fora, moldado pela uniformidade e compreensão. Bruno e Laura eram semelhantes, embora diferentes, pois o respeito era mútuo e os dois agiam de igual para igual. Entendiam que, assim como qualquer outra relação no mundo, era preciso que houvesse colaboração por parte dos dois.

E assim o caminho foi sendo trilhado. O tempo foi passando…

E a comunicação, se desgastando.

Os interesses de Bruno e Laura pareciam entrar em conflito constantemente. Laura começou a cobrar demais, e Bruno passou a retribuir de menos. Quanto mais Laura queria que Bruno comunicasse cada passo seu, mais ele se afastava dela e fazia questão de não dizer absolutamente nada.

O que era o relacionamento perfeito, se transformou em um verdadeiro pesadelo. E isso levou ao fim do namoro.

Essa pequena história pode soar um tanto sem sentido no contexto desse blog, uma vez que ele gira em torno da comunicação interna e da arte de ouvir.
Mas isso é apenas uma analogia à relação funcionário-empresa.

No começo, quando o funcionário entra para o corpo de empregados de uma organização, ou quando esta acaba de colocar em prática seu planejamento de comunicação, é tudo perfeito, lindo e maravilhoso. E parece que vai continuar assim para sempre, ou pelo tempo que tiver que durar.

Mas se não houver uniformidade na comunicação, se a empresa não souber escutar seu funcionário e muito menos se comunicar com ele, então essa relação tende apenas a desandar. A lua-de-mel pode se transformar em um divórcio muito mais rapidamente do que se espera, justamente por não haver um equilíbrio entre as duas pessoas que compõem esse relacionamento. Por isso é bom falar, assim como é ainda melhor escutar. Mas lembre-se que em uma relação, falar demais ou escutar demais não é sinônimo de balanço e sim de desequilíbrio.

Se uma organização exige extrema transparência de seu funcionário, então ela deve retribuí-lo da mesma forma. Se uma organização quer ouvir mais, ela precisa entender que seu funcionário também quer. É um ciclo eternamente vicioso. A organização fala, o funcionário escuta e toma um posicionamento, apresenta um feedback, e organização o ouve, e assim por diante.

A comunicação é a peça chave para qualquer relação funcionar. Mas não basta apenas implantá-la. Ela precisa ser mantida e muito bem cuidada com o decorrer do tempo. É assim para um namoro, para uma relação funcionário-empresa, e para qualquer outro tipo de relacionamento.

Tenham um feliz dia dos namorados!

Vitória Barbara