Arquivo da categoria: Especial

Feliz Dia dos Namorados!

Olá, leitor!

Em homenagem ao dia dos namorados, aqui vai um post bem especial e descontraído relacionando o tema de nosso blog a esta data comemorativa.

Bruno e Laura viviam um conto de fadas no início de seu relacionamento. A comunicação entre os dois era equilibrada, como uma via de duas mãos; se Laura falava, Bruno escutava, e vice-versa.

Era o relacionamento visto como perfeito pelas pessoas que observavam de fora, moldado pela uniformidade e compreensão. Bruno e Laura eram semelhantes, embora diferentes, pois o respeito era mútuo e os dois agiam de igual para igual. Entendiam que, assim como qualquer outra relação no mundo, era preciso que houvesse colaboração por parte dos dois.

E assim o caminho foi sendo trilhado. O tempo foi passando…

E a comunicação, se desgastando.

Os interesses de Bruno e Laura pareciam entrar em conflito constantemente. Laura começou a cobrar demais, e Bruno passou a retribuir de menos. Quanto mais Laura queria que Bruno comunicasse cada passo seu, mais ele se afastava dela e fazia questão de não dizer absolutamente nada.

O que era o relacionamento perfeito, se transformou em um verdadeiro pesadelo. E isso levou ao fim do namoro.

Essa pequena história pode soar um tanto sem sentido no contexto desse blog, uma vez que ele gira em torno da comunicação interna e da arte de ouvir.
Mas isso é apenas uma analogia à relação funcionário-empresa.

No começo, quando o funcionário entra para o corpo de empregados de uma organização, ou quando esta acaba de colocar em prática seu planejamento de comunicação, é tudo perfeito, lindo e maravilhoso. E parece que vai continuar assim para sempre, ou pelo tempo que tiver que durar.

Mas se não houver uniformidade na comunicação, se a empresa não souber escutar seu funcionário e muito menos se comunicar com ele, então essa relação tende apenas a desandar. A lua-de-mel pode se transformar em um divórcio muito mais rapidamente do que se espera, justamente por não haver um equilíbrio entre as duas pessoas que compõem esse relacionamento. Por isso é bom falar, assim como é ainda melhor escutar. Mas lembre-se que em uma relação, falar demais ou escutar demais não é sinônimo de balanço e sim de desequilíbrio.

Se uma organização exige extrema transparência de seu funcionário, então ela deve retribuí-lo da mesma forma. Se uma organização quer ouvir mais, ela precisa entender que seu funcionário também quer. É um ciclo eternamente vicioso. A organização fala, o funcionário escuta e toma um posicionamento, apresenta um feedback, e organização o ouve, e assim por diante.

A comunicação é a peça chave para qualquer relação funcionar. Mas não basta apenas implantá-la. Ela precisa ser mantida e muito bem cuidada com o decorrer do tempo. É assim para um namoro, para uma relação funcionário-empresa, e para qualquer outro tipo de relacionamento.

Tenham um feliz dia dos namorados!

Vitória Barbara

22 de maio – Dia do abraço

Mais uma data especial que deve ser comentada aqui no A Arte de Ouvir!
Dia 22 de maio é o Dia do abraço e isso merece um post.
Para que a comunicação interna seja realmente efetiva, precisamos abraçar a ideia de que nós, comunicadores, não somos donos da verdade e precisamos ouvir aquilo que nosso público tem a dizer. E, para desenvolver a habilidade de ouvir, o que devemos abraçar? A Arte de Ouvir preparou uma lista de coisas que acreditamos ser imprescindíveis:

– Abrace a inovação. Novas ideias sempre trazem novos resultados e nós sabemos que estagnação nunca é a melhor resposta;
– Abrace a diversidade. Opiniões distintas ajudam a encontrar o equilíbrio;
– Abrace a compreensão. Mesmo que não seja possível acatar a uma sugestão, compreenda o porquê ela foi dada e em que contexto surgiu;
– Abrace todas as ferramentas de comunicação interna que auxiliam no feedback do seu público. A opinião dos funcionários deve ter sempre um meio curto e prático de chegar até você;
– Abrace a paciência. É preciso tempo para ver as ações tomarem forma;
– Abrace a flexibilidade. Saber adaptar-se é a melhor arma para um comunicador;
– Abrace as mídias digitais. Esteja onde seu público está;
– Abrace a transparência. Dizer a verdade é o melhor caminho para que digam a verdade a você também;
– Abrace as metas e objetivos. Faça deles o norte de todas as suas ações;
– Abrace a descontração. Deixe as formalidades para as situações em que forem necessárias;
– E, finalmente, abrace a disposição. Seu público precisa de um ouvinte aberto a ouvi-lo.

E você, tem alguma sugestão de abraços para a gente? Mande a sua para @aartedeouvir. Estamos esperando!
Um abraço para todos os nossos leitores e aproveitem esse dia!

Estela Badajoz

Caro leitor e ouvinte,

 

Infelizmente, tenho uma má notícia. Este será o último post deste blog devido a desavenças internas no grupo. Chegou aos meus ouvidos que um de nossos membros, Vitor Balan, vai largar o curso para fazer moda na FAAP. Paralelamente, Estela Badajoz encontrou seu namorado a traindo com Vivian Arcanjo, que dizem as más línguas, era peguete de Rodrigo Sérvulo. É com pesar que informo que a situação tornou-se insustentável, pois eu, Vitória Barbara e Gabriela Hopf não podemos sustentar o “A Arte de Ouvir” sozinhas. Provavelmente, não haverá outra versão deste blog e, portanto, temo que este seja um adeus.

 
 
 
 
 
 
 
 

Dia da Mentira! Felizmente, hoje é primeiro de abril e tudo que eu disse acima era uma enorme mentira. O que pode começar como uma simples brincadeira como essa feita agora pode se tornar um grande emaranhado de falsas afirmações e declarações que pode levar a grandes confusões. Os resultados podem ser catastróficos e muito desagradáveis.

Este é um dos grandes problemas enfrentados pelas organizações atualmente: a chamada “rádio peão”. Boatos passados de boca a boca, que aumentam, gradativamente, conforme circulam e podem causar grandes estragos, dependo de sua repercussão dentro e fora do ambiente empresarial e, se não gerenciados efetivamente e rapidamente, podem até tornarem-se permanentes.

É muito importante que as empresas pratiquem o ato de saber ouvir que pode, com certeza, não só solucionar tais confusões com seus públicos, como também, evitá-las. Um relacionamento saudável e transparente, além de não abrir espaço para especulações entre os stakeholders, também os mantém satisfeitos, integrados e envolvidos no ambiente organizacional, fato que melhora exponencialmente sua produtividade.

Parece uma solução simples, mas não é tão fácil assim. Ouvir e ser ouvido exige prática e repetição, como qualquer outro exercício para se chegar à perfeição ou, pelo menos, quase isso. O diálogo deve ser diário e de igual para igual, pois só assim será efetivo.

Por isso, ouça e seja ouvido, fale e escute sempre, isso em todos os sentidos, pois, assim, todos saberão quem você realmente é, e não o que todos dizem ser.

Taciana Rettore