Despedida

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Olá, leitor!

O post de hoje é um encerramento desse ciclo de dicas que andamos postando por aqui. Nós poderíamos até chama-lo de uma despedida, mas não a considerem triste. Uma despedida pode ser uma oportunidade para uma nova experiência, uma nova fase.

E é exatamente disso que vamos falar hoje. De despedidas. De funcionários que não estão mais de acordo com a cultura de uma organização e que, em algum momento crítico, precisam dizer adeus a ela para iniciarem uma nova etapa profissional.

De acordo com Luiz Henrique de Paiva José, consultor empresarial, é fundamental que exista uma comunicação bidirecional entre o empregador e o empregado e que ela tenha se solidificado com o tempo durante as relações de trabalho. Isso poderia ajudar no processo de demissão, caso ele venha a ocorrer.

Esse processo, por sua vez, é norteado por algumas fases não só durante a sua ocorrência, como antes e depois também.

O gestor que precisa demitir alguém, antes de mais nada, precisa ter a certeza de sua decisão. Pensar com clareza, ter provas que levem à demissão por justa causa do funcionário, rever os motivos que o fez chegar a essa conclusão.
É importante que haja firmeza na hora dessa decisão ser comunicada, que o gestor seja claro e honesto, sem dar falsas esperanças ao funcionário em questão quanto a cartas de recomendação ou indicações para outras empresas. Mas também é de extrema importância que o gestor levante um pouco a autoestima do empregado, entretanto, de uma forma que não leve a questionamentos sobre a demissão.

É recomendado ao funcionário que aceite a decisão, pois uma vez que ela está tomada e todos os documentos já estão prontos, não há nada que se possa fazer para reverter a situação. Agir agressivamente e ofender seu empregador não vai levar a nada menos drástico do que uma retirada à força do funcionário por parte da segurança. É importante que haja aquela comunicação bidirecional que citamos ali em cima: que ambos falem e escutem, e que tudo termine amigavelmente.

A presença de alguém do RH durante a reunião de demissão é imprescindível, uma vez que a partir do momento em que essa decisão é tomada, todo o processo é moldado por ações e procedimentos da área de Recursos Humanos.

Se você se interessou pelo tema e quer ler o artigo completo sobre o jeito certo de se despedir um funcionário, clique aqui.

Nós ficamos por aqui.
Desejamos a você um ótimo caminho pela frente, e esperamos que tenha gostado desse blog, que foi feito com o intuito de ajudar você.
Obrigado por nos escutar!

Equipe A Arte de Ouvir

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Ouvir na aprendizagem

Você já deve ter ouvido falar daqueles cursos de línguas que funcionam com o aluno ouvindo as aulas enquanto dorme… Bom, apesar de não terem estudos que comprovem a eficiência desse método, a sua grande popularidade exemplifica a importância do saber ouvir no processo de aprendizado.

Desde que entramos na escola, ou mesmo antes, dentro de casa, escutamos orientações de nossos pais e dos professores, degraus que ajudam a moldar a escada do saber. Prestamos atenção e ouvimos, absorvendo a informação e a transformando em conhecimento. Nas organizações não é diferente.

Nós, como relações-públicas, muitas vezes exercemos o papel não só de informar os colaboradores da empresa em que trabalhamos, mas também de educa-los sobre determinada prática ou assunto. Para tanto, é fundamental que saibamos despertar interesse e manter atenção, para garantir que toda a mensagem seja transmitida, que o aluno esteja ouvindo.

De acordo com J. Bruner, importante psicólogo cognitivo, o papel do instrutor é o de incentivador dos alunos no sentido de descobrirem por si mesmos os princípios do conteúdo a ser aprendido. O instrutor e o aluno devem manter um diálogo ativo, através do qual o instrutor traduz a informação a ser aprendida em um formato adequado à compreensão do aluno. O currículo deve ser organizado em espiral, para que o aluno construa continuamente sobre o que já aprendeu. O aluno vai descobrir aquilo que já existe em sua estrutura cognitiva. O professor não é apenas um passador de informação.

É possível perceber um exemplo da importância do ouvir bem no aprendizado no filme Adam, de Max Mayer de 2009. Adam conta a história do personagem homônimo, um engenheiro que tem síndrome de Asperger. Adam começa o filme perdendo o pai e também seu vínculo mais forte com esse mundo que ele não entendia muito bem.

Por causa da morte do pai, Adam sofre uma série de consequências que o perturbam, como a ameaça de ter que sair do apartamento e a demissão de seu emprego, como responsável pela parte elétrica de brinquedos. Como todo autista, Adam precisa de estabilidade e atitudes repetidas, e tamanhas mudanças em sua vida o paralisam.

Quando finalmente a vizinha por quem Adam se apaixonou o convence a procurar emprego, ela resolve ensiná-lo a se portar em entrevistas e vencer barreiras que a doença lhe causava. Para aprender a se portar socialmente, como olhar nos olhos, apertar as mãos, notar brincadeiras ou sarcasmo, Adam teve que reunir muita concentração e realmente ouvir as aulas de sua namorada. O processo de aprendizagem dá certo e Adam consegue um emprego.

Processo semelhante ocorre nas organizações, onde há diversos tipos de colaboradores, mas que precisam ser igualmente ensinados sobre algum assunto. O processo dicotômico de aprendizagem deve ser levado em conta.

Para conferir, basta se lembrar sobre suas aulas de divisão, lá atrás! Aposto que a professora repetiu várias vezes e você ouviu com atenção e hoje não tem problemas em dividir 150 por 15, já aquela aula de eletrodinâmica que você dormiu… Não é tão fácil, é?

 

Referências:

(TOVAR, Sônia Maria; ROSA, Marilaine Bauer da Silva Santa.(ORG) Psicologia da aprendizagem. Rio de Janeiro: Agua-Forte, 1990.)

Rodrigo Sérvulo

Ouvir com os olhos

Sim, o nosso corpo também se comunica. No período da pré-história, por exemplo, o homem ainda não havia desenvolvido totalmente a linguagem verbal. Como demonstrar ao outro que a caça fugiu? Como conquistar uma mulher? Como mostrar chateação, tristeza?  Usar o corpo para se comunicar era uma questão de sobrevivência.

Com o passar dos séculos, nos esquecemos de que o corpo também fala. É claro que esta comunicação será mais ou menos acentuada de acordo com a espontaneidade de cada um e da necessidade do momento, mas não podemos negar que é um ato involuntário.

J.J Copper, escritor que atuou no exército australiano ensinando oficiais a como interpretarem e usarem da melhor maneira a linguagem corporal, diz que toda comunicação “pessoa para pessoa” é dissipada por três caminhos de linguagem: verbal, vocal, e não vocal.

Verbal diz respeito a tudo que é dito, e corresponde a 7% da forma de como a comunicação é feita. A vocal, que é a forma como falamos (entonação e ênfase em certas palavras), tem 38% de participação e, finalmente, a não verbal engloba 55% desta comunicação.

Cada gesto que fazemos com o nosso corpo é uma palavra, e cada palavra pode ser interpretada de maneiras diferentes. Muitas vezes, nos esquecemos de prestar atenção no corpo do outro e nos focamos apenas em como interpretar cada informação e responde-la da maneira mais rápida e melhor possível.

A comunicação feita pelo corpo costuma ser muito mais emocional e verdadeira que a verbal. E o que isto tem a ver com nós, comunicólogos? Ora, prestar atenção no corpo pode mudar totalmente o rumo da comunicação e ajudar a compreender melhor o que o outro está realmente querendo dizer.

Cruzar os braços, por exemplo, é um sinal de defensiva. Quem sabe o seu interlocutor está apenas fingindo que está te ouvindo e no fundo não está entendo nada, ou aquele é um péssimo momento para qualquer conversa. Será que não é melhor então mudar um pouco o modo de falar, escolher outras palavras ou até esperar outro momento?

Vamos analisar rapidamente a obra “Jealousy and Flirtation”:

A moça a direita está com os braços na cabeça, o que demonstra abertura, liberdade, bem estar. O moço está com o corpo inclinado em sua direção, o que demonstra interesse; suas mãos estão bem espaçadas em cima de seus joelhos, o que demonstra tranquilidade.

Já a moça da esquerda está com a mão no queixo, mostrando apreensão, preocupação. Sua outra mão está segurando o vestido, o que simboliza insegurança e timidez.

Esta obra ficou famosa por representar o sentimento de inveja. Ela, assim como cada gesto, pode ser interpretada de várias maneiras e traduzida em diferentes palavras, mas, perceba que no geral as percepções não são muito diferentes.

Olhar um quadro é interpreta-lo é muito mais fácil do que perceber esses gestos no desenrolar das comunicações, até por que eles mudam constantemente. Comece a reparar no modo como as pessoas gesticulam quando conversam com você, treine seu olhar para entendê-las melhor. Você certamente vai se surpreender com o que ouvir, ou melhor, ver!

Referências :  http://dicasderoteiro.com/2010/05/24/usando-a-linguagem-corporal-na-escrita/

(acesso em 04/09/2011)

WEIL, Pierre e TOMPAKOW, Roland. “O Corpo Fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal” . Editora Vozes, RJ , Petrópolis, 1998.

Gabriela Hopf

Interne Kommunikation

Bom dia caros leitores,

Sinto informar, mas ficarei um tempo sem postar aqui no A arte de ouvir, pois farei uma viagem internacional. Es tut mir leid.

O motivo de tal viagem é o aprendizado de uma nova Kultur , o aprendizado de uma nova Sprache, conhecer novas Menschen, e experimentar a Lebensmittel local. Para poder ter todas essas experiências juntas e de modo mais efetivo, resolvi viajar para Alemanha. Afinal, uma nova cultura e suas particularidades são bem difíceis de incorporar uma vez diferentes da usual.

Portanto, ao se trabalhar com comunicação interna em uma empresa multinacional, ou de origem em outro país, é muito importante levar em conta suas particularidades. Muitas vezes o ambiente de trabalho tem grande influência dessa cultura, ou até mesmo a jornada de trabalho, a hierarquia, os canais de comunicação e os feriados.

Para se adequar as singularidades de sua empresa é de extrema importância ouvir os seus colaboradores, tentar entender como ela funciona e a respeitar. É preciso também levar em conta os valores desta empresa e suas políticas.

Pois quanto mais os colaboradores aceitarem os valores e quanto maior o seu comprometimento, mais forte será a cultura. e essa unanimidade de propósitos gera coesão,lealdade e o comprometimento organizacional. 

É imprenscindivel a criação de um manual de conduta ética e um manual de atendimento que visem ajustar a cultura organizacional à seus diversos públicos. Se for o caso também é interessante a criação de um manual de redação e estilo que ajude a padronizar a escrita de palavras em outra língua nos veiculos internos, por exemplo.

Deve-se levar em conta porém que a cultura de um país tem um impacto maior sobre os funcionários do que a cultura organizacional. Um exemplo disso é o de que os funcionários da IBM em Munique, são mais influenciados pela cultura alemã do que pela cultura organizacional da IBM. O mesmo pode ser encontrado em outras empresas instaladas no Brasil. Vê-se grande adaptações em sua estrutura e modo de trabalhar aqui em relação as suas matrizes ao redor do mundo. O que não faz com quem a filial brasileira seja melhor ou pior do que a matriz, é apenas diferente.

Deve-se então ouvir tanto a cultura local como a da organização e por meio do dialogo promover a união de ambas.

Tradução:
Interne Kommunikation = Comunicação Interna
Es tut mir leid =   sinto muito
die Kultur = Cultura
die Sprache = Língua
die Menschen = pessoas
das Lebensmittel = comida
 
Vivian Arcanjo

Feliz Dia dos Namorados!

Olá, leitor!

Em homenagem ao dia dos namorados, aqui vai um post bem especial e descontraído relacionando o tema de nosso blog a esta data comemorativa.

Bruno e Laura viviam um conto de fadas no início de seu relacionamento. A comunicação entre os dois era equilibrada, como uma via de duas mãos; se Laura falava, Bruno escutava, e vice-versa.

Era o relacionamento visto como perfeito pelas pessoas que observavam de fora, moldado pela uniformidade e compreensão. Bruno e Laura eram semelhantes, embora diferentes, pois o respeito era mútuo e os dois agiam de igual para igual. Entendiam que, assim como qualquer outra relação no mundo, era preciso que houvesse colaboração por parte dos dois.

E assim o caminho foi sendo trilhado. O tempo foi passando…

E a comunicação, se desgastando.

Os interesses de Bruno e Laura pareciam entrar em conflito constantemente. Laura começou a cobrar demais, e Bruno passou a retribuir de menos. Quanto mais Laura queria que Bruno comunicasse cada passo seu, mais ele se afastava dela e fazia questão de não dizer absolutamente nada.

O que era o relacionamento perfeito, se transformou em um verdadeiro pesadelo. E isso levou ao fim do namoro.

Essa pequena história pode soar um tanto sem sentido no contexto desse blog, uma vez que ele gira em torno da comunicação interna e da arte de ouvir.
Mas isso é apenas uma analogia à relação funcionário-empresa.

No começo, quando o funcionário entra para o corpo de empregados de uma organização, ou quando esta acaba de colocar em prática seu planejamento de comunicação, é tudo perfeito, lindo e maravilhoso. E parece que vai continuar assim para sempre, ou pelo tempo que tiver que durar.

Mas se não houver uniformidade na comunicação, se a empresa não souber escutar seu funcionário e muito menos se comunicar com ele, então essa relação tende apenas a desandar. A lua-de-mel pode se transformar em um divórcio muito mais rapidamente do que se espera, justamente por não haver um equilíbrio entre as duas pessoas que compõem esse relacionamento. Por isso é bom falar, assim como é ainda melhor escutar. Mas lembre-se que em uma relação, falar demais ou escutar demais não é sinônimo de balanço e sim de desequilíbrio.

Se uma organização exige extrema transparência de seu funcionário, então ela deve retribuí-lo da mesma forma. Se uma organização quer ouvir mais, ela precisa entender que seu funcionário também quer. É um ciclo eternamente vicioso. A organização fala, o funcionário escuta e toma um posicionamento, apresenta um feedback, e organização o ouve, e assim por diante.

A comunicação é a peça chave para qualquer relação funcionar. Mas não basta apenas implantá-la. Ela precisa ser mantida e muito bem cuidada com o decorrer do tempo. É assim para um namoro, para uma relação funcionário-empresa, e para qualquer outro tipo de relacionamento.

Tenham um feliz dia dos namorados!

Vitória Barbara

Quando quem fala também ouve

Imagine  a maior empresa brasileira. Saiba que ela é, também, a 12ª companhia de petróleo do mundo e possui seis subsidiárias, 40 unidades de negócio – sendo seis no exterior: Angola, Argentina, Bolívia, Colômbia, Estados Unidos e Nigéria – e três escritórios (Nova Iorque, Londres e Japão).

Juro que não estou falando de uma empresa fictícia para mera ilustração acadêmica. Alguns números relativos à operação da Petrobras no Brasil atestam suas dimensões: 92 plataformas, 14 refinarias, 15.390 km de dutos, 124 petroleiros, 7.020 postos e 102 aeroportos abastecidos. Ufa! Já deu para perceber que não estamos falando de uma empresa qualquer, né?

Já pensou em como deve ser difícil gerenciar todo o sistema de comunicação de uma empresa com esse porte e abrangência?

A comunicação Institucional da Petrobras é uma área formada por treze gerências . Além disso, cada unidade de negócio e cada área corporativa conta com uma agência de comunicação empresarial. Ou seja, no total, a Petrobras tem 52 gerentes de comunicação para manter todo o sistema de comunicação organizacional funcionando. Porém, temos de concordar que manter a uniformidade no discurso de uma empresa como essa é, no mínimo, um grande desafio.

Foi com esse desafio que Elza Maria Branco Jardim se deparou quando assumiu a gerência corporativa de comunicação interna da Petrobras em agosto de 1999. A principal necessidade era comunicar em um contexto de heterogeneidade e dispersão geográfica do público interno.

Até a criação da Gerencia Corporativa, as unidades de negócio não apresentavam um alinhamento estratégico de comunicação. Em outras palavras, todos falavam ao mesmo tempo e uma unidade não ouvia a outra, enfraquecendo o discurso, gerando fragmentação e, enfim, reduzindo a eficácia da Comunicação Interna.

A visão de gestão de Elza Maria foi considerar que não se pode gerenciar o todo por partes isoladas e não integradas e que a gestão dessa complexidade requer um projeto de parceiros dispostos a se corresponsabilizarem pelo gerenciamento.

Era preciso fazer a equipe de comunicação construir uma visão compartilhada sobre a realidade da Organização e criar um envolvimento comum sobre o papel, os desafios e os resultados esperados da Comunicação Interna da Petrobras. Ou seja, era preciso que a equipe de comunicação ouvisse a si mesma em todas as suas unidades antes de começar a comunicar para os mais de 130 mil profissionais da companhia.

A resposta para tal desafio foi a criação de um Comitê de Comunicação Interna composto por um representante (e um suplente) das 10 áreas de comunicação de subsidiárias, áreas de negócio e de serviços, centros de pesquisas, segurança, meio ambiente, saúde e recursos humanos.

Assim, reuniões mensais passaram a ser feitas e os locais de realização seguiam uma especíe de rodízio entre as áreas participantes a fim de ampliar o conhecimento de todos sobre a realidade de cada um.

A criação de um ambiente no qual todos podem falar e, principalmente, ouvir permite um estado de consciência do outro para melhor entender a complexidade da realidade ao nosso redor e possibilita o ato de cocriação de planejamento estratégico de comunicação que unifique um discurso forte capaz de sensibilizar e engajar o público interno por mais disperso que ele esteja. Em outras palavras, foi preciso, antes, promover o entendimento de quem fala para, depois, estruturar o discurso ao emissor final da mensagem.

Quer saber como isso pode dar certo em uma grande organização e conhecer os resultados encontrados pela gerente de Comunicação Corporativa da Petrobras? Não perca tempo e leia o capítulo 5 do segundo volume do livro “Comunicação Interna: A Força das Empresas” organizado por Paulo Nassar e publicado, em 2005, pela Aberje Editorial.

Vitor Balan

22 de maio – Dia do abraço

Mais uma data especial que deve ser comentada aqui no A Arte de Ouvir!
Dia 22 de maio é o Dia do abraço e isso merece um post.
Para que a comunicação interna seja realmente efetiva, precisamos abraçar a ideia de que nós, comunicadores, não somos donos da verdade e precisamos ouvir aquilo que nosso público tem a dizer. E, para desenvolver a habilidade de ouvir, o que devemos abraçar? A Arte de Ouvir preparou uma lista de coisas que acreditamos ser imprescindíveis:

– Abrace a inovação. Novas ideias sempre trazem novos resultados e nós sabemos que estagnação nunca é a melhor resposta;
– Abrace a diversidade. Opiniões distintas ajudam a encontrar o equilíbrio;
– Abrace a compreensão. Mesmo que não seja possível acatar a uma sugestão, compreenda o porquê ela foi dada e em que contexto surgiu;
– Abrace todas as ferramentas de comunicação interna que auxiliam no feedback do seu público. A opinião dos funcionários deve ter sempre um meio curto e prático de chegar até você;
– Abrace a paciência. É preciso tempo para ver as ações tomarem forma;
– Abrace a flexibilidade. Saber adaptar-se é a melhor arma para um comunicador;
– Abrace as mídias digitais. Esteja onde seu público está;
– Abrace a transparência. Dizer a verdade é o melhor caminho para que digam a verdade a você também;
– Abrace as metas e objetivos. Faça deles o norte de todas as suas ações;
– Abrace a descontração. Deixe as formalidades para as situações em que forem necessárias;
– E, finalmente, abrace a disposição. Seu público precisa de um ouvinte aberto a ouvi-lo.

E você, tem alguma sugestão de abraços para a gente? Mande a sua para @aartedeouvir. Estamos esperando!
Um abraço para todos os nossos leitores e aproveitem esse dia!

Estela Badajoz